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20/09/2019 - APM prestigia cinquentenário da Fameca

Na última quarta-feira, 18 de setembro, José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Paulista de Medicina (APM), e Geovanne Furtado, diretor da 8ª Distrital da entidade, estiveram no Teatro Municipal de Catanduva, para uma solenidade de cinquentenário do Curso de Medicina do Centro Universitário Padre Albino (Fameca/Unifipa).

O encontro de comemoração reuniu dirigentes, corpo docente e discente, autoridades e convidados para celebrarem a história da faculdade. Houve, também, um espetáculo teatral abordando a vida e obra do fundador, Padre Albino.

História
Preocupado com a promoção social e com a melhoria da condição de vida dos necessitados, especialmente dos doentes, Padre Albino conquistou o apoio da comunidade para a construção da Santa Casa de Misericórdia de Catanduva, em 1920, hoje denominada Hospital Padre Albino.

Mais tarde, direcionando atenção à formação escolar dos jovens da região, empenhou-se no processo de instalação de escolas, o que resultou na Fundação Padre Albino, em 1968. Neste mesmo ano, um grupo de homens da comunidade, liderados pelo padre, iniciou os procedimentos para a criação da Faculdade de Medicina de Catanduva (Fameca), autorizada a funcionar em 6 de junho de 1969.

A faculdade foi instalada em prédio construído para ser hospital, na Rua Monte Aprazível, Vila Guzzo, onde hoje funciona o Colégio Catanduva. A primeira turma começou os estudos em 1970. No dia 1º de outubro de 1974, antes mesmo de formar a sua primeira turma, a Faculdade de Medicina de Catanduva obteve seu reconhecimento oficial através do Decreto Federal nº 74.630.

No final da década de 1970, o Hospital Emílio Carlos, destinado ao tratamento da tuberculose, foi desativado em função de mudanças ocorridas nas políticas de saúde pública do Brasil. A Fundação Padre Albino, em 1982, conseguiu do Governo Estadual a cessão do prédio, com cerca de 33 mil m2 de área construída.

Em 1983, a Fameca transferiu-se para o novo prédio e, dois anos mais tarde, iniciou-se a reativação do Hospital Emílio Carlos, com a abertura dos ambulatórios de ensino e das enfermarias de clínicas. A partir de então, a Faculdade de Medicina de Catanduva passou a ter dois hospitais-escola – o Hospital Padre Albino e o Hospital Emílio Carlos.

Já graduou cerca de 2.766 médicos, alguns dos quais atuam hoje como docentes da própria instituição.

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