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17/09/2019 - APM sedia 29º Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica

“Reunimos as associações em busca de solução aos nossos problemas comuns. Nesta longa caminhada, temos uma porção de alternativas, todas muito interessantes. Procuramos nos qualificar com as nossas trocas de experiências e, assim, trazer esse progresso profissional”, discursou o presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes do Amaral, ao dar boas-vindas aos participantes da 29ª edição do Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica, promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica na sede da APM, no dia 13 de setembro.

O presidente da SBMF, Wellington Briques, agradeceu a casa pela parceria e os diretores da sociedade farmacêutica pelo esforço e pela dedicação para a concretização do evento. Rememorou os 41 anos de existência da instituição e a história do primeiro congresso realizado nos anos 1980, em um clube, que contava inclusive com a união de familiares.

“Hoje, nos inspiramos em modelos de congressos internacionais porque a nossa realidade mudou. Estamos passando por um processo de transformação, em relações humanas, política, decisões regulatórias, economia, na própria Medicina e em tecnologia envolvida no âmbito empresarial. Todos estamos envolvidos de certa forma e isso impacta a nossa vida pessoal e profissional, muito mais do que pensamos.”

Nesse sentido, segundo ele, atualmente não basta apenas ter conhecimento técnico para atuar na Medicina farmacêutica, é fundamental buscar apoio de movimentos políticos para que interesses em pesquisas clínicas tenham andamento, um dos desafios da área. “Por mais que trabalhemos e compartilhemos serviços com outras entidades, projetos continuam a ser votados. O resultado já sabemos, o Brasil está perdendo pesquisadores. Precisamos de regulamentação urgente”, alerta Briques.

O futuro da farmacovigilância robótica, Telemedicina, Compliance: melhores práticas e dificuldades de implementação, gargalos na incorporação e compra de novos medicamentos no sistema público, tópicos emergentes no desenvolvimento clínico de medicamentos, novos delineamentos de estudos randomizados e biossimilares e a intercambialidade no mundo e no Brasil foram alguns dos temas apresentados no evento.

“A SBMF é um exemplo de entidade que está há mais de 40 anos desenvolvendo ciência, pesquisa, networking e fortalecendo laços afetivos entre as pessoas. Wellington e eu somos amigos há pelo menos 20 anos. O trabalho que ele desenvolve é excepcional e é um privilégio, uma honra imensa - na condição de representante dos médicos do estado de São Paulo - sediar esse congresso, e esperamos repetir essa experiência em outras oportunidades que nos derem”, conclui Amaral.

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