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05/06/2020 - Covid-19: além da capital, Baixada Santista e Grande ABC têm altos índices de infecções
Os casos de Covid-19 no estado de São Paulo já passam dos 129 mil, segundo boletim epidemiológico publicado pelo Governo do Estado na última quinta-feira, 4 de junho. As mortes também atingem níveis alarmantes: já são 8.561. Enquanto a capital paulista reúne mais da metade dos casos (69 mil aproximadamente), outras regiões têm sofrido com a multiplicação de infecções.
A Baixada Santista, por exemplo, é uma delas, alcançando a marca de 8.600 casos, com 465 óbitos. Na região, a lista das cidades mais afetadas é a seguinte: Santos (4.137 infecções), Guarujá (1.416), São Vicente (1.223), Praia Grande (976), Cubatão (509), Itanhaém (84), Peruíbe (79) e Mongaguá (79).
Outra área que tem tido bastante impacto em decorrência do novo coronavírus é a do Grande ABC. Ao todo, 624 pessoas foram a óbito por conta da Covid-19 e os casos já são mais de 9.500. Os municípios mais afetados são: São Bernardo do Campo (3.032 casos), Santo André (2.764), Diadema (1.418), Mauá (1.190), São Caetano (814), Ribeirão Pires (227) e Rio Grande da Serra (91).
Na Região Metropolitana de São Paulo, também há municípios em situação problemática. Guarulhos, por exemplo, tem 3.238 casos e 347 óbitos até agora. Número ligeiramente maior do que Osasco, que tem 3.106 casos e 340 óbitos. Mais ao interior, Campinas tem números preocupantes: 2.247 casos e 90 óbitos.
Análise etária e de fatores de risco
Em relação à distribuição de casos de Covid-19 segundo faixa etária e sexo, é possível observar que a população mais afetada em São Paulo são as mulheres de 30 a 39 anos. No geral, a doença tem sido mais prevalente à população paulista de 20 a 59 anos. Os óbitos, porém, ganham volume a partir dos doentes de 60 anos.
No que diz respeito aos óbitos decorrentes de Covid-19 por fatores de risco, o boletim mostra que a cardiopatia está associada em 58,3% dos casos. As demais condições de risco apresentadas são: diabetes mellitus (42,8%), doenças neurológicas (11,2%), doenças renais (10,5%), pneumopatia (9,3%), obesidade (7%), imunodepressão (6,6%), asma (3,3%), doenças hematológicas (2,3%), doenças hepáticas (2,1%), síndrome de down (0,5%), puérpera (0,1%) e gestante (0,1%).
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