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10/08/2020 - Covid-19: Brasil segue tendo 2º maior registro de infecções e óbitos no mundo

Até o fim da Semana Epidemiológica (SE) 31, de 26 de fevereiro a 1º de agosto, foram acumulados 2.707.877 casos e 93.563 óbitos por Covid-19 no Brasil, que permanece como o segundo país do mundo, atrás dos Estados Unidos, com maior registro de casos e mortes pela infecção viral. Os dados são da última edição do Boletim Epidemiológico Especial da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Durante o período analisado, houve um total de 313.364 casos e 7.114 óbitos novos no País. A região Norte apresentou os maiores coeficientes de incidência, com 2.235 casos por 100 mil habitantes e mortalidade de 64,6 por 100 mil habitantes. Em seguida, o Nordeste registrou incidência de 1.526,8 casos por 100 mil habitantes e mortalidade de 50,7 por 100 mil habitantes.

Já o Sudeste notificou 1.056,1 casos por 100 mil habitantes e uma mortalidade de 47,8 por 100 mil habitantes. Por fim, a região Sul apresentou uma incidência de 785 casos por 100 mil habitantes e mortalidade de 16,9 por 100 mil habitantes.

De acordo com o levantamento, houve estabilidade no número de infecções na região Centro-Oeste. Na SE 31, registrou-se 43.000 casos. Na semana anterior, foram 42.267. Também se identificou uma “média diária [de casos] de 6.143 na SE 31, frente a 6.038 na SE 30.”

Segundo o último balanço do MS, divulgado em 9 de agosto, o estado brasileiro atingiu 101.049 mortes desde o início da pandemia. São Paulo é o estado com o maior número de óbitos, com 25.114. Em seguida, estão: Rio de Janeiro (14.080), Ceará (7.954), Pernambuco (6.941) e Pará (5.885).

No mundo

Até o fim da SE 31, os Estados Unidos foram o país com o maior número de casos (4.562.037), seguidos por Brasil (2.707.877), Índia (1.695.988), Rússia (839.981) e África do Sul (493.183). Com relação ao número de óbitos, os Estados Unidos acumularam 153.314, seguidos de Brasil (93.563), México (46.688), Reino Unido (46.119) e Índia (36.511).

 

Síndromes respiratórias

A pasta também divulgou Boletim Epidemiológico sobre os casos de arboviroses urbanas, com dados compilados entre as Semanas Epidemiológicas 1 e 29. No documento, a Secretaria de Vigilância em Saúde também fala sobre a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), que passou a ser temporariamente associada ao novo coronavírus.

Tiveram a síndrome 29 crianças e adolescentes, entre 1 e 16 anos, no Ceará; 22 crianças e adolescentes de até 14 anos, com três óbitos, no Rio de Janeiro; e duas crianças, de 2 e 5 anos, no Piauí.