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16/06/2020 - Covid-19: SP ultrapassa 180 mil casos confirmados
Na última segunda-feira (15), o estado de São Paulo registrou 181.460 pessoas infectadas com o novo coronavírus e chegou a 10.767 mil falecimentos, desde o início da pandemia. Segundo o levantamento da Secretaria Estadual da Saúde, nas últimas 24 horas, foram confirmados 3.258 novos casos e 73 óbitos.
Também foi registrado um ligeiro aumento na taxa de ocupação de leitos de UTI, com 77,8% de internações na Grande São Paulo e 70,8% no estado inteiro. Como previsto pelas autoridades públicas, o vírus tem se espalhado no interior.
Em 14 de junho, as cidades fora da região metropolitana já respondiam por 27,02% do número de novos casos e 18,72% dos óbitos, o que representa um aumento de 42,5% e 30,4%, em comparação a 14 de maio, que tinha índices de 18,96% e 14,35%, respectivamente.
São Paulo é o epicentro da pandemia do novo coronavírus no País, com o maior número de infectados. Em seguida vem Rio de Janeiro (80.946), Ceará (79.462), Pará (69.224) e Amazonas (56.777).
O estado paulista também contabiliza o maior índice de mortes, seguido por Rio de Janeiro (7.728), Ceará (4.999), Pará (4.201) e Pernambuco (3.886).
Flexibilização
Mesmo com a taxa de transmissão alta e com a adesão ao isolamento social abaixo do esperado, o governo estadual de São Paulo iniciou a flexibilização gradual em 1º de junho, com a justificativa de desaceleração no crescimento dos novos registros.
Entretanto, a expectativa de um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas aponta para uma aceleração na taxa de transmissão da Covid-19, podendo chegar a 14.632 mortes no estado até 8 de julho.
Em entrevista ao Jornal O Globo, o ex-presidente e atual diretor Administrativo da Associação Paulista de Medicina, Florisval Meinão, esclareceu que nossa situação é diversa da dos países da Europa, pelas condições de habitação e pelo fato de que é mais difícil a adesão ao isolamento social aqui.
De acordo com ele, os países que tiveram sucesso no combate à Covid-19 promoveram uma abertura segura, mas em fase descendente da doença, após vários dias de queda dos indicadores.
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