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07/04/2020 - Em boletim, Ministério da Saúde atualiza situação de Covid-19 no Brasil
O Ministério da Saúde e a Secretaria de Vigilância em Saúde divulgaram, no último dia 3, o Boletim Epidemiológico 6 sobre o novo coronavírus. A pasta governamental avalia o risco nacional ainda como muito alto e recomenda que as Unidades da Federação que implementaram medidas de distanciamento social ampliado devem mantê-las.
O Ministério defende que as ações sigam “até que o suprimento de equipamentos (leitos, EPIs, respiradores e testes laboratoriais) e equipes de Saúde (médicos, enfermeiros, demais profissionais de Saúde e outros) estejam disponíveis em quantitativo suficiente, de forma a promover, com segurança, a transição para a estratégia de distanciamento social seletivo”.
Entre os destaques do boletim, também está a afirmação de que apoiar e proteger as pessoas com mais de 60 anos é assunto de responsabilidade de todos. Embora todas as faixas etárias corram o risco de contrair Covid-19, aquele grupo enfrenta um risco significativo de desenvolver doenças graves.
O documento mostra, ainda, que do total de óbitos investigados, 82% apresentavam ao menos um fator de risco. A cardiopatia foi a principal comorbidade associada, seguida de diabetes, pneumopatia e doença neurológica – a maioria dos indivíduos tinha 60 anos ou mais.
Em outro trecho, segue o boletim: “Apesar de alguns medicamentos serem promissores [no tratamento de Covid-19], como a Cloroquina associada à Azitromicina, ainda não há evidência robusta de que essa metodologia possa ser ampliada para a população em geral sem uma análise de risco individual e coletivo. Nunca foi utilizada dessa maneira em larga escala. Precisa-se de mais duas a três semanas para que os resultados sejam efetivamente robustos e apoiem a adoção dessa medida”.
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