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25/09/2020 - Ministério da Saúde atualiza dados sobre Covid-19
A última edição do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de 23 de setembro, referente à análise de casos de coronavírus ao redor do planeta indica que o mundo já possui 30.5 milhões de infectados. As informações coletadas correspondem à 38ª Semana Epidemiológica – período de análise vigente até o dia 19 de setembro.
Conforme a pasta indica, assim como nas semanas anteriores, os Estados Unidos lideram o número de casos acumulados: já são 6.7 milhões ao redor do país. Em seguida, está a Índia (5.3 milhões), o Brasil (4.5 milhões), a Rússia (1 milhão) e o Peru (750 mil).
No que corresponde ao número total de óbitos, até o período de divulgação da análise foram confirmadas 952 mil mortes ao redor de todo o mundo. Os Estados Unidos apresentam o maior número acumulado de óbitos, com 198 mil, e vem seguidos de Brasil (136.500), Índia (85 mil), México (72 mil) e Reino Unido (41 mil).
Coronavírus no Brasil
Durante o dias 26 de fevereiro a 19 de setembro, o Brasil teve a confirmação de 4.582.240 casos e 136.532 óbitos. Diferente das semanas anteriores, em que houve uma discreta redução nos casos, a média móvel registrada durante a 38ª Semana indica um aumento de 10% no número de casos e 6% no número de óbitos em comparação com a semana anterior.
Neste sentido, foram registrados um total de 212.553 novos casos e 2.322 novos óbitos em todo o país. A taxa de incidência durante o período de análise foi de 2.154 casos a cada 100 mil habitantes, ao passo que a taxa de mortalidade representou 65 óbitos a cada 100 mil habitantes.
No que diz respeito às regiões do Brasil, a pesquisa concluiu que o Centro-Oeste teve a maior incidência de casos, foram 3.323,7 para cada 100 mil habitantes e 70,9 óbitos a cada 100 mil habitantes. A região Norte apresentou 3.252,8 casos/100 mil habitantes e 78,8 óbitos/100 mil habitante – indicando o maior coeficiente de mortalidade de todo o País. Em seguida, estão as regiões
Nordeste, com incidência de 2.224,4 casos/100 mil hab. e 66,1óbitos/100 mil hab.; Sudeste, 1.781,9 casos/100 mil hab.; e o Sul, evidenciando 1.811,0 casos/100 mil hab. e taxa de mortalidade de 37 óbitos/100 mil óbitos.
Os estados de Roraima, Sergipe, Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal são foco de atenção pelas autoridades e profissionais de Saúde por apresentarem taxas na incidência de casos ou óbitos mais elevadas que o restante do País.
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