O Procon-SP anunciou, na última quinta-feira, 10 de fevereiro, que está estudando ingressar com ação judicial contra a Amil para impedir a transferência da carteira de usuários à Assistência Personalizada à Saúde (APS). Segundo o diretor executivo do órgão, Fernando Capez, também foi enviado à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) um ofício exigindo explicações sobre a comercialização.
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Em janeiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a fusão entre as operadoras de planos de saúde Hapvida e Notredame/Intermédica, após recomendação de prosseguimento da Superintendência Geral da autarquia.
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Com o retorno das atividades legislativas, a Associação Paulista de Medicina (APM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) retomam a vigilância aos projetos que envolvem mudanças na saúde suplementar e nas regras dos planos de saúde que tramitam no Congresso Nacional.
Leia MaisCom o propósito de destacar a importância do papel do médico, sobretudo diante da pandemia de Covid-19, além de homenageá-lo e de reafirmar a necessidade de remuneração justa e de condições de trabalho adequadas, em julho, a Associação Paulista de Medicina lançou a campanha "Juntos com a APM: o médico tem e merece mais valor".
A Associação Médica Líbano-Brasileira (AMLB), juntando esforços com a Câmara do Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), toma a iniciativa urgente de arrecadar doações para ajudar nossos irmãos no Líbano
Diante da Covid-19, doença altamente contagiosa que se alastrou pelo mundo, novos protocolos médicos foram estabelecidos como forma de evitar a disseminação do vírus e proteger a equipe de profissionais da Saúde. Em específico, essas mudanças significativas são observadas pelos que atuam nos casos de ressuscitação cardiopulmonar intra e extra-hospitalares.
A partir de 11 de agosto, o Clube de Campo da Associação Paulista de Medicina será reaberto. Para tanto, as atividades seguirão um protocolo definido pela APM, de acordo com as recomendações das autoridades públicas de saúde, que definiu medidas de segurança como a aferição da temperatura corporal dos hóspedes e o uso obrigatório de máscara em todas as dependências da sede campestre.
“Todos os profissionais de Saúde que trabalham ou venham a trabalhar no atendimento aos pacientes da rede SUS no combate a esta pandemia, além de arriscarem suas vidas e salvarem outras tantas, precisam de reconhecimento não só através dos aplausos merecidos, mas com um mínimo de segurança financeira e de direitos para poder exercer sua atividade com um mínimo de aparo do Governo”, declara o deputado Reginaldo Lopes na justificativa do Projeto de Lei nº 1.826/2020.