Na sequência do 2º Encontro de Médicos Jovens da APM, foi a vez do debate sobre a opção do médico pela área acadêmica, coordenado por Ricardo Imaizumi Pereira, membro da Comissão de Médicos Jovens da entidade e afiliado no ambulatório de cuidadores da disciplina de Geriatria e Gerontologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).
O presidente do Albert Einstein, Sidney Klajner, falou sobre a importância dos gestores de entidades hospitalares estarem atentos às características das gerações médicas, no sentido de garantir mudanças qualitativas na assistência.
O bom desempenho médico hoje não se resume apenas ao pleno domínio técnico científico. O recém-formado também precisa entender de gestão para lidar com as necessidades atuais do mercado de trabalho.
O primeiro painel do 2º Encontro de Médicos Jovens foi coordenado pela anestesista Jamile Barbosa Pereira, também integrante da Comissão do Médico Jovem da APM, que abriu a discussão falando sobre a relação complicada no setor. “Somos inseridos desde a graduação no serviço público e sabemos de todos os problemas que tem. É uma relação de amor grande, tenho esse fervor dentro de mim e acredito que ele ainda pode dar certo”, avaliou.
Pensando em apoiar cada vez mais médicos jovens e mostrar os benefícios doo associativismo, a Associação Paulista de Medicina realizou, no último dia 2 de setembro, seu 2º Encontro de Médicos Jovens, com uma programação que passou por temas como atuação na saúde pública, privada, Academia e o empreendedorismo.